Ao contrário do que muitos imaginaram, Adriane Galisteu não herdou nenhum bem material de Ayrton Senna após a trágica morte do piloto em 1994. A apresentadora, que viveu um relacionamento intenso com o tricampeão entre 1993 e 1994, revelou que chegou a ter sua conta bancária bloqueada e perdeu tudo o que tinha logo após o acidente que abalou o país.

Em entrevista ao portal Notícias da TV, Galisteu contou que guarda até hoje apenas duas lembranças físicas do ex-namorado: um par de óculos aviador e um Fiat Uno, que pertenceu ao piloto. O carro, avaliado em cerca de R$ 6 mil no mercado, é tratado por ela como uma verdadeira relíquia — e, segundo a apresentadora, está impecável na garagem, tendo inclusive recebido ofertas de até R$ 200 mil.
Hoje, passadas três décadas da perda, Adriane encara o episódio com mais serenidade, mas não esquece o preconceito e o julgamento que sofreu na época. “Cheguei a dizer: ‘Eu não matei o Ayrton, parem de me culpar’”, relembrou.

Para ela, o tempo foi essencial para transformar a dor em aprendizado e para manter viva a memória de um dos maiores ídolos do esporte brasileiro — e também de um amor que marcou sua vida para sempre.